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segunda-feira, 10 de outubro de 2011

O Demônio de Godard

"Cinema é um campo de batalha"
A primeira vez que vi Pierrot le Fou, filme Jean-Luc Godard de 1965que no Brasil recebeu o titulo um tanto estranho de "Demônio das Onze Horas", um coisa não saia da minha cabeça: como a Anna Karina é bonita!

Pode parecer desimportante, mas é justamente esse fator que importa nos filmes de Godard, Pierrot é um poesia em forma de filme, sua beleza vem da imagem das cores, do contrate de azul e vermelho, do movimento, do rosto de Karina.

Pierrot também é um filme de liberdade, um elogio a liberdade, a iberdade de contar um estoria de um forma não convencional, ou mesmo um liberdade de sentir, tanto que no começo do filme Samuel Fuller surge na festa mais chata do mundo pra dizer que "cinema é um campo de batalha,[...]é emoção".

Tentar racionalizar o filme seria desperdiça-ló. diminuir sentimento ao transformando em razão, Jean-Paul Belmondo questiona se somos feitos de sonhos ou os sonhos são feitos de nós, talvez os dois, afinal a resposta não é mais importante do que a estrada que leva até ela.

E que estrada é incrível é essa a do Pierrot, encontramos música, pintura, poesia, arte, cores, paixão, amor, dor, medo enfim...Cinema



Esse é apenas um corte, voltarei á Godard em breve

segunda-feira, 2 de maio de 2011

O Pulp Fiction do Gordard

Recentemente vi um filme do godard que nunca tinha assistido, trata-se de Bande à Part, filme de 1964, antes der ter tido essa chance ouvi falar muito que esse é o filme mais acessível do diretor francês, e de fato é, não que seja um Gordard menor, muito longe disso é um filme incrível, acretido que esse foi para Gordard  o que Pulp Fiction foi para Tarantino

O filme é cheio de seqüências antológicas, se você viu “Os Sonhadores” do Bertolucci  obviamente conhece a cena do Louvre,mas essa é só uma das cenas do filme que incluem um marcante cena de dança em uma lanchonete(dinner), um protagonista feminina que representa um grande atrativo do filme por causo de seu talento é beleza e referências, muitas referencias, a outros filmes e obras de todo tipo de mídia,

Tudo isso que foi dito no parágrafo acima poderia ser base para comparar Bande à Part a Pulp Fiction  mas isso seria muito óbvio, talvez o que mais aproxima os dois filmes é que ambos são obras fragmentadas, Bande não é uma obra delinear  mas mesmo assim filme quase episódico como se cada cena fosse um fraguimento, é que em seu tempo foram obras inovadoras mas que tiram sua força do eco de obras clássicas : a sequências de Bande à Part, em que uma professora de inglês explica que o moderno é, na verdade, igual ao clássico é melhor exemplo disso; mas no final que importa é que são filmes divertidos é criativos.

P.S: lá pro dez minutos de filme ocorre a seguinte narração: “ Para os atrasados que agora chegam, oferecemos umas poucas palavras escolhidas aleatoriamente: Três semanas antes. Um monte de grana. Uma aula de inglês. Uma casa na beira do rio. Uma garota romântica” seria interessante se todo filme com uma dessa para  (dês)orientar aquele que chegam atrasados no cinema





Titulo: Bande à Part
(Bnad  à  Part) França,1964
Direção: Jean-Luc Godard
Atores:Anna Karina, Claude Brasseur , Danièle Girard, Louisa Colpeyn ,Chantal Darget, Sami Frey
Cotação:Nota10